Mônica Jovem é Pop!

Um comentário: meu Post sobre a Revista da Turma da Mônica Jovem foi, disparado, o mais visto até agora…

Imaginava algum resultado assim, mas não tão expressivo: é cerca de 7 vezes (até o momento) superior ao Post em 2º lugar de visualizações.

Bem, uma leitora perguntou sobre como era a história, portanto em breve volto aqui para fazer um resumo analisando esse aspecto que, no meu Post original, nem era de fato a intenção “fazer uma resenha”.

Mas como o povo pediu, e não vejo outra razão para manter este BLOG do que informar leitores potenciais de Histórias em Quadrinhos, vou me esforçar para atender às solicitações que estiverem ao meu alcance. Atá logo.

Turma da Mônica: Jovem e Forte!

versões manga da tchurma

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Esta não é exatamente uma resenha, e sim um breve comentário.
Li as edições ZERO (capa ao lado) e UM da propagada novidade.
Realmente… gostei muito!
É divertida, o novo estilo de traço – mangá tropicalizado – traz um benvindo frescor à narração e a cada página em que somos (re) apresentados a um personagem temos uma reação diferente. O Louco agora é um Professor? O Capitão Feio atualizou seu nome? O Cebolinha frequenta uma fono? Até o Anjinho tem uma versão adolescente?

Putz, e ainda dei boas risadas com os diálogos. Mesmo!
Excelente a iniciativa do Mauricio de Sousa e equipe.
Há rumores de que as primeiras edições esgotaram e o número QUATRO (aquela do beijo do Cebolinha e da Mônica) teve uma impressão recorde de 400.000 unidades!!!
Enfim, merece a badalação e as enormes tiragens.
Reparei – folheando as últimas edições, a CINCO e a SEIS – que o traço e quadrinização estão ainda mais próximas do estilo mangá, o que é até louvável pois aprofunda a radicalização.
Esse enorme sucesso é bom pro mercado nacional de quadrinhos, que precisava de uma “luz”. Veio de onde talvez menos se esperava… ou não?
E não sei como está funcionando a estratégia da distribuição mas é interessante que todos os números ainda estão disponíveis em livrarias, isto é, não estão “sumindo das bancas”. Legal mesmo.
Fui um leitor voraz na infância e é excelente saber que agora há dois “universos” da turminha nas bancas – o tradicional, que certamente vou apresentar aos meus filhos, e este mais adolescente que, aposto, eles mesmos vão correr atrás.
Parabéns, Mauricio, você fez de novo!